Educação

Educação para a vida

O Instituto Pestalozzi de Canoas, buscando atender às necessidades de seu público jovem adulto e as ansiedades das famílias de seus ex-alunos, instituiu em 2010 o programa ECOAA, um espaço que visa o amadurecimento do conhecimento já construído e o oferecimento da possibilidade de uma vida adulta com qualidade e convívio social ao participante, vendo o adulto com deficiência mental como um todo, como ser integrante da sociedade onde deve atuar de maneira autônoma, criativa, crítica e participativa.

O programa trabalha com uma proposta que desenvolve processos mentais de forma que os conteúdos, já significados através de habilidades mentais, possam ser adaptados no contexto de uma prática social.

Esta ação mostra que é possível construir programa e projeto de responsabilidade social que respeite a diversidade, diminua a desigualdade e resgate a cidadania.

Educação Ambiental

O ser humano engana-se em pensar que é auto-suficiente e que não depende dos recursos naturais, talvez por acreditar que estes sejam infinitos. Essa distorcida visão tem levado pessoas a desenvolver um grande desinteresse em relação à natureza.

Da ausência de conhecimento à procura doentia pelo lucro, o homem depreda o ambiente sem avaliar as conseqüências.

 Nas últimas décadas, a almejada qualidade de vida produziu vários impactos sobre o ambiente, isto devido à grande utilização de produtos industrializados, como por exemplo, os descartáveis. Estes exigem trabalho, gastam matéria e energia, e depois são repudiados e descartados. Nesta visão, a reciclagem de resíduos e sucatas, torna-se de grande importância como opção de gestão desses materiais, uma vez que reintroduz os resíduos potencialmente recicláveis em um novo processo de utilização.

Com este olhar, o Instituto Pestalozzi de Canoas proporcionou a implantação da Oficina de Reciclagem, dando início ao exercício de cidadania, estimulando a criação de hábitos e comportamentos no tocante à Educação Ambiental, gerando através deste trabalho uma consciência ambiental e geração de renda para as famílias, produzindo mudanças conceituais, estimulando o empreendedorismo

Nesta proposta oportuniza uma oficina de trabalhos manuais envolvendo materiais recicláveis, trazendo as mães para dentro do espaço escolar e proporcionando assim uma integração entre a família, instituição e geração de renda.

Escola Especial

A Escola de Educação Especial Instituto Pestalozzi oferece atendimento pedagógico especializado a crianças, adolescentes e jovens com deficiência mental de leve à moderada. A proposta de ensino nasceu dos moldes do pensamento da pedagogia social do educador suíço João Henrique Pestalozzi (século XVII – França). No início, funcionava como escola-pensionato e, mais tarde, em decorrência das mudanças na legislação, passou a adotar um currículo adaptado de 1ª a 4ª série, equivalente ao oferecido na rede regular de ensino.

Realiza um atendimento pedagógico que busca a integração e/ou reintegração dos alunos às escolas da rede regular de ensino e à sociedade. A proposta curricular é sustentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Resoluções CNE/CEB e adaptações propostas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Através de atividades em sala de aula, musicalização, educação física, informática, recreação, lazer, projetos e programas, os alunos constroem sua aprendizagem, conscientizando-se de sua cidadania e de que pertencem a uma sociedade. Neste processo, que é contínuo, são oferecidas ferramentas para que eles possam conquistar qualidade de vida com autonomia.

A Escola de Educação Especial Instituto Pestalozzi possui no máximo 14 alunos por sala de aula e não pratica aprovação automática.

A escola conta com dois importantes programas: Educação Ambiental (link), Sala de Recursos Psicopedagogicos (link)

Ao completarem 14 anos, os jovens têm ainda a oportunidade de freqüentar o Núcleo de Educação para o Trabalho da instituição.

Núcleo de Educação para trabalho 

A Escola de Educação Especial Instituto Pestalozzi oferece atendimento pedagógico especializado a crianças, adolescentes e jovens com deficiência mental de leve à moderada. A proposta de ensino nasceu dos moldes do pensamento da pedagogia social do educador suíço João Henrique Pestalozzi (século XVII – França). No início, funcionava como escola-pensionato e, mais tarde, em decorrência das mudanças na legislação, passou a adotar um currículo adaptado de 1ª a 4ª série, equivalente ao oferecido na rede regular de ensino.

As atividades ocorrem em oficinas terapêuticas protegidas onde são realizadas atividades de reciclagem de papel, preparação de alimentos, pintura em madeira, confecção de velas, sabonetes, agendas, blocos, convites e cartões. Os produtos são vendidos e os recursos financeiros arrecadados são revertidos em material para realização de novos trabalhos.

As oficinas se pautam na metodologia do Projeto de Educação para o Trabalho proposto pelo MEC, onde o processo de capacitação laboral é formado por quatro etapas: preparação, qualificação, treinamento e colocação no mercado de trabalho. Também é ministrada a disciplina Educação para o Trabalho, que visa capacitar os alunos para as exigências do mercado de trabalho e do convívio em sociedade.

O Núcleo Profissionalizante atende pessoas com mais de 14 anos de idade e com deficiência mental, ou associadas, alunos ou ex-alunos da escola especial, e de pessoas com deficiência oriundas da comunidade. O ingresso de novos alunos pode ocorrer a qualquer momento do ano, basta que o interessado ou familiar agende uma avaliação de ingresso.

O Núcleo de Educação para o Trabalho participa de feiras e exposições para divulgação de seus trabalhos e venda de seus produtos, através da rede colaborativa local e da cedência de espaços.